A maioria das migrações que falham escolheu o modelo errado para o contexto. Lift-and-shift, replatform e refactor têm custos, riscos e benefícios completamente diferentes.
Por ALC Consultoria · Atualizado abr/2026
Lift-and-Shift (Rehost)
Mover as VMs como estão para cloud, sem alterar arquitetura.
Custo de migração
Baixo
Prazo
1–3 meses
Risco
Médio
Quando usar
Urgência de saída do datacenter (contrato vencendo, crise de hardware)
Sistemas legados sem código-fonte ou sem equipe para refatorar
Validar a migração antes de investir em otimização
Limitação
Não aproveita os recursos nativos de cloud (auto-scaling, serverless, managed services). O custo operacional tende a ser similar ou maior ao on-premise sem otimização posterior.
Replatform
Ajustes mínimos para usar serviços gerenciados (ex: trocar MySQL em VM por RDS).
Custo de migração
Médio
Prazo
3–9 meses
Risco
Médio
Quando usar
Banco de dados e middlewares que têm equivalente gerenciado na cloud
Aplicações com equipe técnica capaz de fazer ajustes pontuais
Melhor ponto de equilíbrio entre custo e benefício para a maioria das empresas
Refactor (Re-architect)
Redesenhar a arquitetura para aproveitar recursos nativos de cloud (microserviços, serverless, containers).
Custo de migração
Alto
Prazo
6–24 meses
Risco
Alto
Quando usar
Sistemas críticos que precisam de escalabilidade extrema
Quando o custo operacional a longo prazo justifica o investimento inicial
Produto digital com crescimento acelerado e necessidade de agilidade
Atenção
Refactoring sem controle adequado de escopo tende a explodir o orçamento e o prazo. Projetos desse tipo precisam de governança forte e critérios claros de sucesso.
5 inputs para ver o custo de 3 anos on-premise vs cloud — com break-even mensal e ROI.
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Fractional CTO
Decisão de migração é estratégica. Anderson Chipak auxilia CIOs com arquitetura e fornecedores.
alc.ia.br →Por Anderson Chipak — auditor de sistemas críticos · ALC